Castrar o seu bichano é um ato de amor – É dever de todo proprietário de qualquer animal de estimação que se considera um dono responsável providenciar a sua esterilização, se for fêmea, ou a sua castração, caso se trate de um machinho. Filhotes indesejáveis contribuem muito com o aumento da já excessiva população de bichanos no planeta.
Esse é um problema muito sério, pois os felinos são capazes de reproduzir-se em números vertiginosos, durante curtos períodos de tempo, se forem deixados à própria sorte. Você deve esterilizar seu modelo antes que ele atinja a maturidade sexual – a menos que pretenda transformá-lo num reprodutor, o que não é recomendável a não ser que se trate de um puro-sangue de alto custo.
Essa intervenção chama-se castração (remoção dos testículos) no caso dos machos e esterilização (remoção dos ovários e do útero) no caso das fêmeas. Os hábitos dos machos não castrados – demarcação de território com urina, lutas com outros machos e rondas incessantes à procura de fêmea no cio – tornam-se quase insuportáveis. A castração elimina essas rotinas secundárias com a remoção dos testículos.
Além disso, os gatos castrados têm menos problemas de saúde. As fêmeas esterilizadas antes da puberdade também são poupadas de males como câncer de útero e de ovário, duas doenças muito comuns. Outra vantagem é a ausência dos períodos de cio (um processo que ocorre pelo menos três vezes por ano e significa duas semanas de manchas pela casa e miados lamentosos).
(Fonte: texto extraído do livro ‘Gato – manual do proprietário’, David Brunner & Sam Satall, pág 140. Foto: Google Imagens.)
Desculpe, mas os comentários para este artigo estão fechados no momento.